sexta-feira, 3 de setembro de 2010

acho que bebi um pouco além do normal na noite passada. poderia até falar da minha falta de memória, mas né, acho que isso não é mais novidade. Ainda assim tenho a impressão de que cheguei em casa em um estado digamos, meio deplorável.

alguém entende o que faz eu ir procurar o banheiro dentro do quarto do meu irmão porque eu não conseguia achar o banheiro (que fica do lado do meu quarto)? cof cof. eu não lembro, mas ele que me contou.
ah, ele contou também que eu nem conseguia falar no telefone direito. detalhe que era a poderosa chefona que queria falar comigo, mas a filhinha amada e irresponsável  não tinha a mínima condição de dialogar.

resultado:
acordei no outro dia levando já uma bronca. atendi ao telefonema da minha mãe, toda inocente, sem saber bronca que tinha causado, e ela respondeu gritando no telefone e dando o velho e bom sermão de sempre. Agora disse que vai pegar no meu pé. eu posso com isso?

se eu souber quem  inventou essa história que não se deve bater nos filhos, eu inforco. preferia ser espancada, a ter que escutar esses longos, demorados e dramáticos sermões.

Quão ridículo é uma mulher de 21 anos, adulta e independente (NOT) escutar a mãe dizendo que 'vai cortar as suas asinhas'. seria cômico, se não fosse comigo.

a combinação cerveja a 1 real + véspera de feriado pode ser perigoso para alguns. sigam-me os bêbados bons.

Um comentário:

  1. "Oi, meu nome é Laís e eu sou alcoólatra"
    Coro: "Oooi, Laíís!"

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